Lasanha simples, como a minha mãe fazia. E que fez parte de todas as comemorações de família, por anos a fio: Natal, dia das Mães, Reveillon, aniversários. Queijo e presunto apenas, mas o nosso molho é de tomate pelado, diferente do molho alaranjado que meus pais faziam. Era tipo uma sopa de legumes aquilo, mas eles faziam com tanto gosto e se orgulhavam daquele molho fresco, caseiro . Esse tostadinho aí na camada mais superficial, o marido adora. Mas tenho que admitir: detesto queijo com essa consistência, não sou fã de gratinados! Mas que fica bem na foto, fica,né?quarta-feira, 31 de março de 2010
Simples Assim
Lasanha simples, como a minha mãe fazia. E que fez parte de todas as comemorações de família, por anos a fio: Natal, dia das Mães, Reveillon, aniversários. Queijo e presunto apenas, mas o nosso molho é de tomate pelado, diferente do molho alaranjado que meus pais faziam. Era tipo uma sopa de legumes aquilo, mas eles faziam com tanto gosto e se orgulhavam daquele molho fresco, caseiro . Esse tostadinho aí na camada mais superficial, o marido adora. Mas tenho que admitir: detesto queijo com essa consistência, não sou fã de gratinados! Mas que fica bem na foto, fica,né?segunda-feira, 29 de março de 2010
Pesto desconstruído

Uma vez vi no programa da Nigella a receita de um linguine ao pesto, que ela chamou de pesto desconstruído. Não tinha segredo, ela só usou os mesmos ingredientes de uma outra forma, o que acaba dando um aspecto e um sabor um pouco diferente, mas não menos gostoso. Foi isso que fiz nessa receita, onde juntei a ideia do pesto e essa massa com abobrinha do Jamie, que fiz aqui. Refoguei a abobrinha no azeite com um pouco de alho picadinho, acrescentei um pouco de suco de limão, parmesão, folhas de manjericão e castanha de caju torrada (em substituição ao pinole). Ficou absolutamente delicioso.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Souflê de Chocolate

Eu tentei fazer um souflê de chocolate, receita de um livro de sobremesas, acho que foi o primeiro presente de Natal que ganhei da minha mãe americana. O livro é lindo, as fotos dão água na boca, tem muita receita bacana. Nunca tinha testado nenhuma delas e a minha estréia foi um pouco frustrada. Já comentei sobre a minha resistência em fazer doces, a minha falta de disciplina para seguir todos aqueles passos, tudo milimetricamente dosado, eu não tenho paciência mesmo. Mas juro que dessa vez fiz com muito carinho e atenção e achei gostoso todo o processo. Não deu certo não. Ficou lindo, mas não ficou "souflê". A consistência estava parecida com aquela parte mais firme do petit gateau, sabe, pesado, farinhento. Testaremos uma outra receita para saber se foram as minhas mãos ou se estamos tratando de mais um "Abolido".
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sábado, 20 de março de 2010
"Isso aqui ficou especial"

Como abobrinhas e berinjelas têm presença constante lá em casa, sempre busco uma forma diferente de usá-las. Dessa vez eu queria fazer um macarrão que tivesse legumes e queijo de cabra, mas não consegui achar nenhuma receita. Resolvi fazer de cabeça mesmo: usei pimentão vermelho e amarelo sem casca, e refoguei no azeite um pouco de alho picadinho, cebola, berinjela (com casca) e aborinha, todos em cubinhos. Aí fiz um molho rápido de tomate pelado: só refoguei no azeite com alho também, deixei ferver um pouco e acertei o tempero. Cozinhei o macarrão, juntei ao molho com os legumes e levei ao forno com o queijo de cabra por cima. Quando o marido vira e fala: "isso aqui ficou especial", é sinal de que vamos ver esse prato muitas e muitas vezes, até cansar...ou não.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Torta de Chocolate

Sabe quando você cisma com uma receita na primeira vez em que bate o olho nela? Foi assim com essa torta de chocolate do Jamie. Em vários momentos chocólatras uma fatia dessa torta era tudo que eu queria para elevar meus níveis de serotonina. Ela é super fácil de fazer, mas a quantidade de manteiga me deixou um pouco assustada, acabei colocando um pouco menos e não interferiu muito no sabor e no resultado não. Fiquei com receio do recheio ser pouco firme, tornando a torta meio dificil de partir, mas não foi não. Ao levar à geladeira o creme de chocolate ficou com consistência de ganache. Em vez de usar a massa da receita, fiz aquela base de cheesecake com biscoito moído e manteiga derretida, mas dei uma "temperada" com cravo em pó e canela, ficou divino e deu um contraste legal para o creme de chocolate amargo.
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A receita da embalagem
Eu não costumo testar essas receitas que vêm nas embalagens dos produtos, acho a maioria sem graça, já reparou nas receitas das caixinhas de creme de leite: gelado de goiaba, Deus me livre. Não sei porque cismei em fazer esse nhoque, deve ser porque eu gosto muito de batata baroa, ou então porque gostei dos nhoques de baroa que já comi por aí. Mas essa receita ficou natureba demais pro meu gosto, e olha que sou super fã de comida natural, vegeteriana, etc. Nhoque com aveia é uma coisa que não vai passar pela minha cozinha nunca mais. sexta-feira, 5 de março de 2010
O pão nosso de cada dia
Você é do tipo que compra pãozinho francês para o café da manhã? E ele tem que ser novinho, quentinho, do mais moreninho? E esse ritual se repete no fim do dia também, com o pão do lanche? Pois eu vou te falar uma coisa, as pessoas que compram pão francês podiam começar a se policiar mais nos ambientes que oferecem esse produto tão cobiçado. Como eu tenho antipatia de comprar pãozinho, Deus que me livre. Já vi cada cena assutadora! Tem muita gente mal educada comprando pão por aí. Porque diante da cesta ou do compartimento que abriga esse "tesouro" fica um monte de donas tentando decidir qual unidade está no tom de dourado que elas acham mais interessante. E as donas, além daquela bacia para colocar os pães, também estão acompanhadas de seus carrinhos de compra, o que dificulta a vida, ou melhor, o acesso de pobres mortais que só precisam de um pãozinho pro misto. A escolha é lenta, porque essas mães de família ainda por cima selecionam de acordo com o gosto de cada membro da casa: moreninho pro filho mais velho, branquinho pro caçula, é uma espera sem fim, a não ser que você se enfie entre as bacias a qualquer custo, o que não é o meu caso. E para meu horror ficar completo: já reparou que as donas encostam a mão no pão para checar se está "fresquinho" mesmo? Umas já vão direto com a mão, sem titubear, outras, mais "cuidadosas", colocam as costas da mão e só levam do quentinho para seus entes queridos. Ah, tem dó, né gente?
É batata!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Novecento em Miami
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