sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Souflê de Cenoura


O marido torce o nariz para cenoura ralada ou cenoura cozida. Mas o souflê de cenoura servido no nosso restaurante preferido é a sua grande paixão. Como eu tinha algumas claras na geladeira, pesquisei algumas receitas e adaptei um pouco para o nosso gosto. Ficou divino.

Souflê de Cenoura para 02 pessoas

Ingredientes:
- 2 cenouras pequenas raladas
- 1 col. de sopa de manteiga
- 2 col. de sopa de queijo parmesão ralado fino;
- 1/3 de xícara de creme de leite
- sal e pimenta do reino a gosto
- 1 pitada de noz moscada
- 2 claras batidas em neve
- manteiga para untar

Modo de Preparo:
Derreta a manteiga e refogue a cenoura em fogo baixo até que fique macia, por volta de 10 minutos. Retire do fogo, acrescente o creme de leite, sal, pimenta moída na hora e a noz moscada. Acrescente as claras misturando delicadamente até ficar homogêneo. Unte o refratário com manteiga, polvilhe com o queijo e coloque a massa, mas sem encher até a borda. Leve ao forno médio (200º) por uns 30 ou 40 minutos, ou até que ele fique dourado.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

É Mole, e quero mais.

A Mole Antonelliana é uma confeitaria antiga de Belo Horizonte e fez parte da maioria dos eventos da minha família. A famosa torta St. Honoré, com recheio de chocolate e cobertura de chantilly, era a preferida  e chegamos até a ficar enjoados dela. Na minha família era assim, geralmente o mesmo cardápio no dia das mães, dia dos pais, aniversários, Natal, etc. O éclair, que na época todo mundo chamava de bomba, era mais frequente ainda e me causou trauma, fiquei anos sem querer comer em qualquer lugar que fosse.  Mas verdade seja dita, eram os melhores de BH. E continuam sendo. De massa delicada, doce na medida, são imperdíveis. Os petit fours então, são perfeitos para acompanhar um café.
Canudos de Chocolate e Baunilha

E, por incrível que pareça, foi através de uma bela bomba da Mole Antonelliana que eu tive a primeira e única conexão com meu sogro. Não chegamos a nos conhecer, mas a troca de energia, sem dúvida, foi doce.


Mole Antonelliana
Av. João Pinheiro, 155
Belo Horizonte
(31)3224-1342

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Desejo do dia

Mojito de blueberry e lavanda. Por que mojito é sempre bom. Blueberry uma paixão. E lavanda sempre surpreende fora do sabonete. Daqui.

Risoto de cogumelos com alho, tomilho e salsa

Algumas receitas são tão maravilhosas que nem precisam de muita explicação, tem que provar para saber. Sou louca por cogumelos, mas nunca tinha feito um risoto assim, ficava sempre com o de funghi. Usei champignon de paris, shimeji e apenas 1 unidade de shitake, pois acho o sabor dele mais forte. Adicionar o suco de limão foi uma surpresa deliciosa. Mais uma receita do Jamie Oliver.



Para os cogumelos (serve 6 pessoas)
- 255 gr de cogumelos: usei shimeji, champignon de paris e shitake
- 3 col. sopa de azeite
- 1 col. de sopa de tomilho fresco picado
- 1 dente de alho picado bem fino
- sal e pimenta
- 1 col. sopa salsa picada
- 1 pitada de chili em pó
- suco de limão (dá um toque todo especial, coloque aos poucos e vá provando)

Corte os cogumelos em fatias finas, mas não cozinhe todos de uma vez, faça em duas ou três porções (eles soltam muita água). Em uma panela bem quente, aqueça 1 colher de azeite e adicione parte dos cogumelos e um pouco do tomilho. Cozinhe por um minuto, acrescente um pouco do alho, uma pitada de sal e pimenta a gosto. Deixe no fogo por mais 2 minutos e prove, se estiverem cozidos, acrescente um pouco de salsa, um pequena pitada de chili e um pouquinho (tipo 1/2 col. de café) de suco de limão. Misture, retire do fogo e repita o processo com o restante do cogumelo. Ao final, pique metade dos cogumelos cozidos e reserve.
Durante a etapa 2 da Receita Básica de risoto, após colocar a primeira concha de caldo, acrescente os cogumelos picados. E coloque o restante somente na etapa 3.

Receita básica de risoto para 6 pessoas
- Aproximadamente 1 litro de caldo de galinha ou legumes (prefiro de legumes)
- 1 colher de óleo de oliva
- 2 cebolas médias  picadas finamente
- 4 talos de aipo (salsão) picados finamente
- 2 dentes de alho picados finamente
- 400 gr de arroz para risoto
- 100ml  de vinho branco seco ou de vermute branco seco
- 70 gr  de manteiga
- sal e pimenta do reino
- 100gr  de queijo parmessão ralado na hora

Etapa 1 – Esquente o caldo. Em uma panela separada, aqueça o óleo de oliva, adicione a cebola, o aipo, uma pitada de sal e refogue por 3 minutos. Acrescente o alho e depois de 2 minutos, quando os vegetais estiverem tenros, junte o arroz. Aumente o fogo e comece a fritar o arroz, lembrando que ele não pode dourar, então não se afaste da panela.  Continue mexendo e diminua o fogo se for necessário. Depois de 2 a 3 minutos, adicione o vinho e mexa sem parar até o álcool evaporar. 
Etapa 2 – Quando o vermute ou o vinho for absorvido pelo arroz, acrescente a primeira concha de caldo quente e 1 boa pitada de sal. Abaixe o fogo para que a parte externa do arroz não cozinhe muito rapidamente. É nesse momento que entram os cogumelos picados. Continue adicionando conchas de caldo, misturando e esperando que cada concha seja absorvida antes de despejar a próxima. Isso levará uns 15 minutos. Experimente para checar se o arroz está cozido. Se não estiver, continue a acrescentar caldo até que fique tenro, mas com uma leve consistência. Não se esqueça de ajustar o tempero cuidadosamente. Se o caldo acabar antes de o arroz cozinhar, ponha um pouco de água fervente.
Etapa 3 – Retire a panela do fogo e adicione a manteiga e o parmesão, reservando um pouco do queijo para salpicar por cima do risoto se você quiser. Acrescente o restante dos cogumelos, misture delicadamente e sirva.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A minha opinião sobre sal gourmet


Eu já tinha comentado sobre o uso de um sal trufado aqui no blog. Na época, achei que era mais uma questão da trufa, pois o cheiro acaba dominando mais que o sabor. E não é que fui usar o sal novamente e ele já não tinha nenhum sabor de trufa! O sabor alterou, parecia funghi. E o mesmo aconteceu com essa coleção que ganhei de presente. A primeira vez que usei o sal com azeitona, fiquei apaixonada. Mas semana passada ele já não me encantou assim. Parece que o sabor vai sumindo mesmo, é uma pena. O ideal deve ser comprar porções bem pequenas e consumir rápido. De qualquer forma, o sal aromatizado traz todo um charme para uma refeição e realmente transforma um simples legume grelhado numa entrada deliciosa. Acima, abobrinha grelhada, pimentão sem pele e sem semente, queijo de cabra curado e baguete rústica da Bonomi. Usei o sal de azeitona, sal de ervas e sal com pimenta. Para completar, um bom azeite extra virgem.

* dica para tirar a pele do pimentão:
lave o pimentão e coloque inteiro no forno a 200º até que a pele fique bem escura. Você pode ir girando para a pele escurecer por igual de todos os lados. Quando estiver bem queimadinho, retire do forno e abafe com um papel alumínio. Espere esfriar e retire a pele, ela solta facilmente com esse método.

Paris: jaja

Passamos na porta do jaja, no Bairro Marais,  e de cara já gostamos do ambiente descolado/charmosinho. O atendimento foi execlente, mesmo com a casa lotada, eles foram super atenciosos e rápidos. O interesse da garçonete para tentar me explicar o cardápio em inglês me conquistou de cara. Infelizmente, o frango que estávamos paquerando na mesa ao lado, e era uma das opções do dia, tinha acabado e tivemos que ir de peixe mesmo. Ainda bem! Provamos um peixe maravilhoso, perfeitamente preparado, saboroso e no ponto certo. De entrada escolhi a sopa de alho porró, que também estava maravilhosa. E para finalizar, financier com sorbet de laranja. Para acompanhar, escolhemos duas oções de vinho branco francês. Adoro quando temos opção de pedir em taça, dá para conhecer muita coisa e errar menos. E geralmente os vinhos da casa são ótimos. O almoço foi delicioso, super recomendo.

fotos divulgação

Jaja
3 rue Sainte-Croix de la Bretonnerie
Marais

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Paris: Marché de Saint Germain

Outra ótima dica, ali pertinho da Igreja de Saint Sulpice (simplesmente linda!) é o Mercado do Bairro Saint Germain.
O Marché de Saint Germain é um programa delicioso não só para quem gosta de mercado.  Ele é pequeno, limpo, organizado e, além das bancas, tem lojas de roupas, acessórios, decoração e vários restaurantes que dão para a rua e têm mesas na calçada.

É um lugar alegre, uma delícia para passear de dia, sentar e ver gente. Lá se encontra o J'Go, outra indicação do Livro Bistrôs Paris. É um restaurante charmoso, especializado em carnes. Nós não almoçamos lá, só paramos para petiscar e tomar uma tacinha de vinho antes de voltar a bater perna, mas recomendo a visita.
E como tudo em Paris é mais charmoso, olha que lindeza esse menino. Entrou no mercado, cumprimentou alguns vendedores e saiu cheio de baguetes debaixo do braço. Adoro.

Marché de Saint Germain
14 Rue de Lobineau
Saint Germain
Metro Mabilion ou Odeon