Tenho uma amiga que diz que anos ímpares são sempre mais difíceis. Será? 2011 foi um ano pesado. Amargo. Mas com momentos de uma doçura absurda. E cada vez mais tenho certeza que nada vem em vão. Que os sapos que engolimos nos dão sabedoria para selecionar e principalmente definir quais sapos não vamos aceitar mais. Comer reune, agrega e nutre. Mas quando é imposto, azeda, talha. Em 2012 não vou deixar a minha massa desandar. E ao meu redor, quero somente aqueles que desejam compartilhar do meu pão.
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